Sobre o anúncio dos animes de Citrus e Netsuzou Trap

Pois então, em nossa postagem anterior, com toda a ansiedade de colocar a notícia no ar, colocamos praticamente só o anúncio, sem explicar muita coisa sobre o que se tem já de informações sobre as animações de Citrus e Netsuzou Trap.

Primeiramente, podemos explicar para os não informados, que Citrus e NTR são atualmente dois dos mais populares mangás da mais famosa revista do gênero yuri (Comic Yurihime). Além disso, são obras claramente diferenciadas das que são normalmente animadas. Antes de ser lançada a animação de Sakura Trick, em quase todas os animes se torcia para uma declaração não explicita, ou um beijo ao final da série. Porém, com o lançamento de Sakura Trick, foi exposto um outro lado do gênero, cheio de beijos e declarações muito mais claras do que antes. E Citrus e Netsuzou Trap somente serão animados, provavelmente pelo sucesso desse anime, já que ambos contém um conteúdo muito direto e "físico", ou seja, muitos beijos desde o começo.
As mangakás aproveitaram para fazer propaganda da Comic Yurihime, que agora será lançada mensalmente.
Citrus conta a história de Yuzu, que tem uma atração pela sua recém chegada irmã (filha de seu padastro) e presidente do Conselho Estudantil de seu colégio, Mei. A protagonista é toda descolada, com cabelo pintado, maquiagem e todas as coisa contra as regras da escola, e Mei, toda corretinha, surpreende Yuzu em pleno primeiro capítulo com um beijo que a deixa desnorteada.

Enquanto isto, Netsuzou Trap conta a história de Yuma e Hotaru, amigas de infância, que tem namorados, mas que secretamente começam a ter um caso. O problema é que Yuma não entende o que sente. Por que ela sente tantas coisas com Yuma que não sente com seu namorado? Sim, este é o pesado tema de NTZ.

Quanto as informações sobre as animações, muita gente vem dizendo que o anúncio é de que apenas estão se negociando a produção deles. Porém, se você está negociando algo, você não iria falar sobre nomes de dubladores, correto? Pois então, como já foi noticiado aqui anteriormente, Citrus já vem em um alto trabalho de busca por investidores e uma produtora. Além de que seria desnecessário dizer isto novamente a mídia, não é de hoje que a Ichijinsha vem lançando propagandas do mangá de Citrus com dubladoras super bem conceituadas. A dubladora de Yuzu é nada mais, nada menos, que Ayana Taketatsu, a Azunyan de K-ON, e a de Mei, é Minami Tsuda, Yui de Yuru Yuri.
Mas a novidade é que vem de Netsuzou Trap. Pois antes do anúncio de ontem/hoje, não se havia notícia que a editora estava procurando investidores. Claro que quem está interessado em lançar um anime de Citrus, estaria também disposto a bancar Netsuzou Trap (pois os dois são de estilos bem próximos), mas é uma surpresa ver que falaram que o namorado de Hotaru será dublado por nada mais, nada menos do que pelo lindo do Daisuke Ono. Sério, o cara é demais! Ele dublou personagens como Sebastian (Black Butler) e Koizumi (Haruhi). Além disso, o dublador do namorado da Yuma é Ryota Ohsaka, que fez trabalhos como Keiji Akaashi (Haikyuu) e Ryōta Watari (Your Lie in April). Se não tivessem fechado negócio para a animação, não teriam falado em nomes, muito menos em nomes de peso!

Além disso, as mangakás fizeram ilustrações comemorativas para essa entrevista, falaram na entrevista um pouco sobre ver seus personagens sendo animados e tweetaram (@_saburouta e @powder705) super empolgadas. Então, sim, está rolando algo bem avançado.
A revista era bimensal.
Então, o principal é que Netsuzou Trap já foi anunciado como anime para 2017, enquanto Citrus ainda não previsão. Porém, não esperaria muito longe não. Afinal, Citrus é o queridinho da galera (apesar de eu preferir Netsuzou Trap). Agora, nos resta esperar.

Pelo anime.

E pela NewPOP (OPS...)

Fonte:

Citrus e Netsuzou Trap vão ter anime em 2017!!!

SIM, OS DOIS MAIS POPULARES MANGÁS DA YURIHIME VÃO TER ANIME!! SSIIIMMMM!!!

Ok, deixem eu respirar.

Acabou de sair nos perfis do Twitter das autoras de Citrus e Netsuzou Trap as notícias sobre ambas as séries ganharem animação. Também está prevista alguma cooperação entre as duas séries em mangá (provavelmente algo como spinoff/capítulo especial)

Fiquem com prints e links. Amigas e amigos do fandom yuri, parece que nosso dia chegou. Isso vai ser maior que foi em 2007!







Fontes:

Twitter oficial da animação de Netsuzou Trap - https://twitter.com/NetsuzouTRap

Site oficial de Netsuzou Trap - http://netsuzoutrap.com/

Notícias retuitadas pelas autoras

サブロウタの姉妹百合「citrus」アニメ化企画進行中 http://natalie.mu/comic/news/209352

彼氏持ちJK同士の百合「捏造トラップ」アニメ化!彼氏役に小野大輔&逢坂良太 http://natalie.mu/comic/news/209357

 

[Resenha] Carmilla - 3ª Temporada (e um resumo da 2ª)

Pois então, há muito tempo fiz uma postagem sobre o que achei da primeira temporada de Carmilla, e do livro que originou a web-série. Depois de tanto tempo, você deve estar estranhando que não trouxe ao blog o que achei da segunda temporada, não é? Pois então, foi proposital.
Não foi por acaso que não ouve uma resenha da segunda temporada de Carmilla. Sinceramente, eu não gostei do andamento da trama, ou o desenvolvimento de alguns personagens. Foi uma temporada feita sinceramente para simplesmente separar a Laura da Carmilla e voltar a etapa zero. Depois da irmã de Carmilla morta pela Laura, Dani morrer e virar vampira, e a mãe de Carmilla dominar a escola e ter uns assuntos super sinistros, chegamos a terceira temporada. Muito mais interessante, com melhores piadas sobre o desconforto de duas ex-namoradas tentando salvar o mundo.

Eu sinceramente não sei por que meio que odiei a segunda temporada. Talvez seja pela Laura ser uma idiota e tomar muitas decisões erradas no decorrer dela. Possivelmente por enxergar que no final da mesma, o principal casal não iria ficar junto. Além do lance da possessão da Perry pela mãe da Carmilla. Fiquei tão frustrada que nem vi a "Temporada Zero" e pulei direto para a terceira. E foi muito bom!
Já presas na Biblioteca (que tem vontade própria), Carmilla, Laura e LaFontaine tentam bolar um plano para salvar sua amiga e salvar, mais do que a sua universidade, o mundo. Depois de descobrirem o por quê da Diretora querer realizar o fim do mundo, de ter um reencontro com o pai, e ter ido para um mundo paralelo onde ela havia morrido, Laura finalmente enfrenta o perigo de frente, e é emocionante.

É lindo, e as atuações de Elise Bauman (Laura) e Natasha Negovanlis (Carmilla) são maravilhosas. Carmilla se mostra extremamente emocional, temperamental, é lindo. Mas no final, tudo dá certo (por favor, isso não é nenhum grande spoiler).

Nessa terceira temporada, a web-série pareceu voltar um pouco ao humor que lhe deu sucesso e teve uma melhor escolha nos acontecimentos. Após alguns anos, finalmente tivemos um desfecho do romance entre Laura e Carmilla, além da guerra contra a mãe da vampira.
Empolgante, engraçada, e representativa, a série tomou tanta proporção que agora está programado um filme. Se ele terá um grande orçamento, ou não, isso depende dos fãs, já que ele será subsidiado por quem doar para o projeto. Mais do que bons efeitos, espero que eles continuem no ritmo que terminou a série. Se for pelo teaser, aposto que será ótimo!

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[Notícia] Informações sobre Live Action de Saki

É isso mesmo! As jogadoras de mahjong mais gays vão ter sua versão em live action lançada entre o fim do ano e início de 2017.

Serão lançados uma série de 4 episódios para TV, com previsão de ir ao início de dezembro. Já o filme deverá ser lançado em fevereiro de 2017. Yuichi Onuma e Hayashi Mori estão em colaboração na direção, enquanto a música está em cargo de T$UYO$HI, da banda THE BONEZ.

Para quem não sabe, Saki conta a história do clube de Mahjong da Escola Kiyosumi, onde a protagonista Saki estuda e tenta fugir do mundo do esporte (que tem a espantosa capacidade de sempre "zerar" a pontuação para não ganhar sempre dos outros), e a evolução dos personagens em campeonatos super disputados. E o que ele tem haver com yuri? Nele há vários personagens que claramente tem relações muito fortes, como Saki e Nodoka, e Yumi e Momoko.

E se você está curioso quanto ao visual das personagens, não se preocupe, está maravilhoso! Não poderia imaginar nada melhor. Claro, há casos como o de Ryumonbuchi ("Riichi desu wa" senhorita dondoca dos mahjong) onde eles preferiram não deixar a atriz loira como a personagem original. Acho até melhor eles não pintarem o cabelo dela tão claro, por que não combinaria com a própria atriz. Quanto ao resto das personagens, fiquei encantada!

A Escola Kiyosumi ficou muito bem representada. Todas ficaram extremamente próximas ao original, tirando a capitã, que está com o cabelo levemente mais comprido. Mas está ótima também!

Saki e Nodoka estão lindas!
Yuuki ficou fofa!
Já a Kazekoshi manteve um bom padrão. Como as personagens tem menos exagero do que algumas escolas de Saki, a simplicidade ficou evidente, mas os cabelos e pequenos detalhes como o olho fechado da chefona do grupo mostraram um bom cuidado com a caracterização delas.

Quase morri de rir com essa Seika! A pose e os olhos bem fechados ficaram PERFEITOS!!
Enquanto isto, Tsuruga teve ótimas adaptações também. Momoka está parecendo um pouco séria demais, mas Yumi ficou com o ar perfeito, além da Kaori com esse modo inseguro maravilhoso. Não podemos esquecer também de Satomi, com o cabelo mais bem adaptado da escola.
Estou ansiosa para ver meu casal favorito da série (Yumi/Momoka) interagindo!

Por fim, temos Kiyosumi. Sendo a escola com mais personagens "estranhos", quase personagens de shounenzão, Kiyosumi traz algumas das melhores caracterizações. Hajime está ótima com o laço e a pintura no rosto, mas o que mais adorei foi Koromo! Está linda (mesmo sem ver o rosto). Além da Ryumonbuchi que falei no início.  Fiquei ansiosa!

Além dessas imagens básicas das personagens, foram lançados posters para cada uma das escolas. Está demais!!!



Bom, então, se você está tão ansioso quanto eu pelo Live Action de Saki, comentem! Seja no Blog, no Twitter, ou no Facebook. Venha fazer parte do KaS!

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[Primeiras Impressões] Hibike! Euphonium 2

Mais uma temporada chega e com ela mais alguns yuris. Por isto, o Kono - ai - Setsu irá trazer algumas postagens sobre animes que contém (pelo menos um mínimo) de yuri para você ficar informado! Entre eles está o tão esperado clube de fanfarra dos animes, Hibike! Euphonium (também conhecido como Sound! Euphonium).

Dados Gerais

Hibike! Euphonium é uma série derivada de uma light novel (livros que normalmente são vinculados ao público otaku, contendo fácil grau de leitura e algumas ilustrações) escrita por Takeda Ayano. Atualmente é possível achar o total de 4 novels em inglês online. O anime foi produzido pela conhecida Kyoto Animation (K-ON!, Haruhi e Lucky Star).

A história gira em torno do clube de fanfarra (aquelas bandas escolares que normalmente aparecem nos desfiles em feriados) da Escola Kitauji, com foco na primeiro-anista Kumiko Oumae, que toca eufônio, e a misteriosa Reina Kousaka. O ponto alto da primeira série foi, além de momentos incríveis (como o episódio 8) entre Kumiko e Reina, a trilha sonora impecável e a interessante evolução do clube.

Tanto a primeira temporada, como a segunda, podem ser vistas oficialmente pelo site Crunchyroll.

Sobre os Primeiros Episódios

Cena maravilhosa!
Com um episódio duplo em sua estreia, Hibike! Euphonium aproveitou tudo o que tem de melhor para mostrar para seu público: nova trama dramática, introduzindo uma nova e misteriosa personagem, momentos lindos e envolventes entre Kumiko e Reina e a qualidade técnica de sempre do estúdio. Porém, como também de costume, deixa os fãs de yuri na mão logo depois.

Com um episódio focado em mostrar os novos mistérios envolvendo Nozomi, uma ex-integrante do clube que busca voltar para o mesmo somente após Asuka aprová-la, e o treino contínuo para a competição regional, parecia que tudo estava indo em ordem com Hibike. Porém, na metade final do episódio, Kumiko vai com Reina no único dia de descanso do verão para um festival da cidade. De yukata. De noite. E sozinhas.

Sim, tudo naquele mesmo clima do episódio 8. E foi que nem ele. Igual. Perfeito. Lindo e maravilhoso. Com direito a Kumiko pensando que não queria que o tempo passasse e que pudesse guardar aqueles sentimentos para sempre.

Porém, passa o episódio, e nesta semana, em vez de prosseguir somente no desenvolvimento da história de Nozomi, foi mostrado um fanservice sem motivo de Kumiko secando Reina (ao mesmo tempo mostrando inveja), além da Reina voltar com o amor pelo professor. Não estou dizendo que não pode ser mostrado, só acho que fazer essas duas coisas juntas me irrita. É mal colocado.
Fanservices inesperados e fora de hora quebraram muito o ritmo do segundo episódio.
Eu sei que adolescentes são contraditórios, confusos e não sabem o que querem. Mas a Kyoto Animation sabe o que quer, e evidencia tanto que frusta os fãs que querem tanto só ver o desenvolver do clube quanto os que apenas querem ver KumiRei (apelido do ship Kumiko-Reina).

Por isto digo, se for ver Hibike! Euphonium 2, esteja preparado. Pois iremos adiante, mas ao mesmo tempo, provavelmente não sairemos da mesma.

Pelo menos é provável que o mistério da mulher do professor Taki seja resolvido.

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Essa é a minha cara quando penso "KumiRei não será canon.."
















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Série de Little Witch Academia ganha trailer

No último sábado o site oficial do projeto de anime para TV de Little Witch Academia divulgou o primeiro trailer da animação, mostrando boa parte do que aparenta ser o plot da trama.



Baseado nos dois OVAs lançados em 2013 e 2015 (esse segundo graças à uma bem sucedida campanha de financiamento coletivo) a nova série do estúdio Trigger contará a história de Akko, uma garota comum que cresceu admirando uma famosa bruxa que realizava espetáculos pelo país à fora, e que decidiu se tornar ela mesma uma bruxa como a que tanto admirava. Porém o caminho de Akko não será simples, como o trailer foca em mostrar.

O elenco de dubladores também já está confirmado como o mesmo dos OVAs, assim como a equipe técnica. A série irá ao ar em Janeiro de 2017 e será também transmitida pelo Netflix (ainda é preciso confirmar em quais países será disponibilizado primeiro, mas levando em conta a presença dele no Netflix brasileiro, é possível que essa transmissão seja quase simultânea à japonesa).


Fontes:
http://littlewitchacademia.jp/
http://www.animenewsnetwork.com/news/2016-10-08/little-witch-academia-tv-anime-teaser-video-promotes-january-premiere/.107417
http://www.animenewsnetwork.com/encyclopedia/anime.php?id=14940

domingo, 9 de outubro de 2016
Posted by Lilian Kate Mazaki

[Notícia] Mangá de Akuma no Riddle chega ao fim

Depois de 4 anos de publicação, o mangá de Akuma no Riddle (Riddle story of devil) chegou ao fim na Revista Monthly Newtype. Escrito por Yun Kouga e com arte de Sunao Minakata, a série ficou ainda mais popular depois da adaptação para anime em 2014 pela diomedea (também responsável pela animação de Kantai Collection).
A história gira em torno de uma turma onde todas as garotas são assassinas e tem o objetivo de matar a estudante Haru Ichinose. Apesar de ter a possibilidade de realizar qualquer desejo se cumprir o objetivo, Tokaku Azuma decide ser a única a proteger a garota. O que acontece nesse empolgante Battle Royale Yuri? Será que Tokaku conseguirá salvar Haru? Só vendo o anime e lendo o mangá para saber.

Após 5 volumes até um final (provavelmente) dramático, agora basta torcer para que alguma editora traga esse ótimo mangá da criadora de Loveless.

Notícia original

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[Notícia] Carmilla terá um filme!

Sim, você está lendo isto certo!

Carmilla, a web-série lésbica inspirada no livro homônimo anunciou por meio de um teaser trailer que um filme será lançado em 2017 e que o mesmo se passa alguns anos após os acontecimentos atuais da série. O mesmo já está em pré-venda em um site exclusivo.
Atualmente em sua terceira temporada, Carmilla conta a história de Laura, uma garota que cursa jornalismo e tenta desvendar uma série de sumiços em sua escola. Logo ela entra em contato com um eventos misteriosos e sobrenaturais, que envolvem a sua nova colega de quarto Carmilla. A cada temporada são introduzidos novos mistérios, aventuras e tensão entre as personagens. E claro, muito clima entre as duas.

Para conhecer mais da série Carmilla, pode ler nossa resenha sobre a primeira temporada.
Pessoalmente estou curiosa para ver como vai ficar a fotografia do filme. Além disso, Laura e Carmilla nunca é demais!

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[Resenha] Doce Vampira - Ju Lund

Você está agoniado que agora vampiros são criaturas românticas e sem nenhum tipo aparente de diferença dos humanos que não seja brilharem na luz? Então talvez você precise ler "Doce Vampira", de Ju Lund.

A escritora pelotense (cidade localizada ao sul do Rio Grande do Sul) lançou o livro Queer Chic em 2015 pela editora Avec (também gaúcha) e conta com uma edição bem trabalhada, com um papel poroso interessante e um trabalho gráfico muito bem elaborado. Apesar dos excessos de notas de rodapé, que muitas vezes mais atrapalham a fluidez do texto do que ajudam, é um livro bem cuidado pela editora.

Doce Vampira se passa em um mundo onde humanos descobriram que vampiros existem e não os excluíram (não abertamente). Portanto, esses seres frequentam escolas, trabalham e tem famílias como qualquer outro na sociedade moderna. Apesar dessa "inclusão" na sociedades, as lendárias criaturas ainda sofrem com a desigualdade, principalmente em cidades pequenas. 

A história se passa em torno de Duda, estudante transferida para uma conceituada escola particular, onde conhece a bela e misteriosa Esther e sua história de luta e fuga pelo seu amor duplamente proibido. Na trama, não se fala em datas onde ela se passa, mas aparenta estar em um mundo moderno, devido ao uso de celulares.

(a partir daqui temos um pouco de spoilers!)

Com uma escrita fluída e simples em primeira pessoa, Ju Lund consegue fazer a leitura ficar simples e envolvente. O único pesar em termos de técnica é as vezes a escrita parecer sem detalhes, como em casos onde uma cena poderia lhe passar uma impressão e foi substituída por uma simples frase, como em "Quando voltei da casa de Esther, meus irmãos foram muito carinhosos e bem diferentes dos quase adolescentes chatinhos que eram." (pág. 136). Eu não faço ideia de como eles eram ou como tratavam a irmã, não há exatamente uma cena onde eles falem. É estranho, parece faltar algo.

Apesar de no resumo aparentar que há uma evolução da amizade para o romance, a história se passa muito mais com o casal já consolidado do que com a descoberta do "amor impossível". O que pode ser bom e ruim.

A parte boa é que teoricamente tiramos aquela enrolação padrão de descobrimento da sexualidade juvenil que vemos em praticamente todos os filmes, livros e séries sobre lesbianismo. Também é interessante as partes onde aparecem um pouco do mundo vampírico e seus misteriosos ritos. É obscuro, misterioso e passa uma impressão mais tradicional dos vampiros.

O problema é que, apesar do capítulo introdutório da história das protagonistas, fiquei com a impressão de distanciamento do relacionamento das duas. Não há um desenvolvimento no relacionamento a partir do momento onde elas começam a viver juntas. Muito pelo contrário, parece uma involução. Talvez tenha sido a intenção da autora, colocar apenas a parte da quebra da relação de confiança entre Duda e Esther, mas me foi incomodo. E muito.

Eu entendo a parte da comunidade vampírica, seus costumes e seus segredos, eu não me incomodei com isto. O que me incomoda é Duda não conseguir confiar em ninguém. Ela está em um relacionamento onde jogou fora sua família, mas não tem confiança em sua amada. Isso dá um toque igualmente verossímil e de total falsidade na trama. Pois ao mesmo tempo que obviamente muitas pessoas mantém um relacionamento sem total confiança no parceiro, como alguém poderia abandonar sua vida sem poder se apoiar totalmente na pessoa amada? Não é a tona que esse relacionamento acabou. Sem confiança, é claro que uma das pessoas iria abandonar a relação.

Resumindo, passei o livro inteiro com dualidades se enfrentando na minha leitura e interpretação da obra. Procurei até outras críticas antes de poder fazer a minha para saber se mais alguém havia tido tal problema, mas não achei nada. Talvez seja problema meu, mas gostaria de ter uma pista do que me incomoda e não incomoda em outras pessoas.

Será que é por ser lésbica e não ter sentido realmente paixão e/ou amor entre as personagens? É por achar que a cena de sexo entre elas não me pareceu convincente? É pela falta de vontade de Duda colaborar na vida, privacidade e costumes dos vampiros? Bom, meu problema é unicamente com Duda, pois Esther ficou tão distante na obra que não consegui conhecê-la, assim como sua progenitora e outros parentes. Porém, se Duda tivesse tido paciência, ao final do livro eu não estaria gritando por mais.
Talvez o problema também venha que a partir da segunda vez que Duda sai de casa as páginas são tão boas que me pergunto por que o resto do livro não tenha mais haver com elas. A mudança da trama, o desespero da protagonista, a agonia que senti com a perda de consciência e resto de personalidade que Duda tinha, aos poucos se esvaindo. É quase brilhante, se não fosse ofuscado pelos 80% de trama trivial anteriormente lida.

Mas sim, eu recomendo a leitura do livro. O final dele deve ser lido por qualquer pessoa que se interesse por mistério, terror psicológico, ou teorias conspiratórias. É um retrato do que a pouco tempo poderia ser encontrado para "cura gay", ou qualquer outra coisa que seja fora do "padrão social". É assustador. É brilhante. E eu preciso ler Alma Vampira, a continuação do livro.

Por favor, Ju Lund, não fique na mesmice do mundo. Me mostre esse terror, mistério e veracidade dos momentos finais do livro. Eu não quero o comum. Eu também não quero o romance padrão que foi pulado na história. Eu quero o diferente.

sábado, 1 de outubro de 2016
Posted by Se-chan

Hibike! Euphonium 2 ganha trailer [+ algumas infos]

Estamos próximos da nova temporada de animes, e com isto vemos cada vez mais trailers e informações novas de alguns animes. Entre eles, Hibike! Euphonium 2 (também conhecido como Sound! Euphonium), para a felicidade do povo fã de yuri.
Há algum tempo venho falando que tenho um pouco de medo de uma nova temporada de Hibike, pelo fato de ter visto informações de que mais adiante na história Kumiko começa a ter um relacionamento mais sério com Shūichi. Afinal, todo fã de yuri quer mais é ver a interação Kumiko-Reina do que qualquer outra coisa, não?

E por isto que esse trailer novo de Hibike! Euphonium anima tanto. O pouco que ele mostra em seus 2 minutos de duração são: A qualidade gráfica e musical de sempre, uma nova personagem (a qual já quero ver a interação com a Asuka-senpai), o foco no novo desafio musical e muito, muito KumiRei (nome do ship Kumiro-Reina).
Ainda mais, pelas informações, o Compositor de Série Jukki Hanada (o mesmo da primeira temporada), que está fazendo um excelente trabalho em Love Live Sunshine (com muito yuri, digasse de passagem), está confirmado para a segunda temporada do anime.

Para terminar, o site oficial de Hibike! Euphonium atualizou a tabela de relacionamentos dos personagens, mantendo uma "Atração" entre Kumiko e Reina, e mantendo apenas Shūichi interessado em Kumiko.
Tradução da Tabela de Relacionamentos da série.
Agora, nos basta esperar até dia 05 de outubro para ver no que vai dar esse anime maravilhoso. Pode até não ter yuri no final, mas pela história central, óbvio que é uma excelente pedida!

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domingo, 18 de setembro de 2016
Posted by Se-chan

[Review] Kindred Spirit of the Roof

Lançado em inglês pela MangaGamer diretamente na plataforma Steam em 12 de fevereiro de 2016, Kindred Spirit of the Roof se tornou a porta de entrada para o lançamento das Visual Novels yuris em inglês e também o primeiro jogo com conteúdo adulto da Steam.

Originalmente chamado Okujou no Yurirei-san, o jogo lançado em 2012 no Japão pela desenvolvedora Liar-soft, tem uma proposta que combina slice-of-life com romance e comédia em doses equilibradas. O game aposta no carisma de suas personagens e no desenvolvimento de diferentes tipos de dinâmica de relacionamento em cada uma das linhas de enredo dos sete casais que surgem no decorrer da trama.

 

Enredo


A história começa quando Yuuna (Toomi Yuuna), uma jovem discreta do segundo ano, que costuma almoçar sozinha no terraço da escola tem um encontro inesperado após mais uma refeição solitária: Sachi (Enoki Sachi) e Megumi (Nagatani Megumi), duas fantasmas que vivem nas dependências da escola há vários anos. Apesar do medo inicial e tentativa de fuga daquelas duas entidades que só ela era capaz de ver, Yuuna termina por aceitar ajudar as duas à realizar um desejo que soa bastante descabido aos ouvidos da protagonista em um primeiro momento:

Realizar uma yuritopia. Sim, elas falam literalmente em uma utopia yuri, a Yuritopia.

A partir daí Yuuna passa a tentar ajudar Sachi e Megumi nos seus planos de unir casais de garotas que tem tudo para dar certo, mas precisam de um empurrãozinho para delanchar. Ao mesmo tempo a protagonista também tenta entender toda aquela coisa sobre yuri e relacionamentos entre duas mulheres, pois era algo que ela jamais conhecera antes.

Apesar de descabido em seus meios, e parecer descabido também no seu objetivo, Sachi e Megumi, que são também elas um casal apaixonado, tem motivações muito fortes para lutar pelo bem daqueles romances terceiros. Através das garotas ainda vivas elas procuram entender como se consuma de fato um amor entre duas pessoas. Dessa forma elas esperam conseguir realizar enfim o amor uma pela outra, sentindo-se assim completas.

No decorrer do jogo vamos descobrindo que a participação de Yuuna no enredo não vai ser apenas a de agente de Sachi e Megumi no mundo tangível. O desenvolvimento das problemáticas da protagonista, não diretamente relacionadas ao "fator yuri" da coisa são uma das coisas que pode capturar o jogador de maneira inesperada, levando o nível de aproveitamento da experiência para além de uma novela visual que se joga pelo yuri.

Levando o jogador pelas histórias de cada casal, do drama melancólico do amor entre as fantasmas Sachi e Megumi, e entrelaçando tudo com o desenvolvimento de Yuuna e as transformações que vão acontecendo em sua vida até então estacionada, Kindred Spirits desenvolve um enredo envolvente e

Personagens




Além de Yuuna, Sachi e Megumi, a trama de Kindred Spirits tem mais onze personagens de destaque:

Ano é uma colega de classe de Yuuna e uma grande amiga. Uma gamer com memória ruim e uma atitude bem dispersiva em relação ao estudo, é uma das personagens que trás maior carga de comédia para o núcleo próximo à protagonista.

Hina é a amiga de infância de Yuuna e quem está sempre ao redor desta, seja para comer ou para apenas estar presente. Sendo bastante calada e inexpressiva, Hina pode ser um personagem que passa desapercebido no começo da trama, mas que cresce muito em participação com o decorrer.

Umi é uma garota energética do clube de rádio da escola. Ela sempre arrasta suas amigas, Sasa e Nena, para todo o lado consigo. Suas atitudes egoístas e impensadas podem ser irritantes em alguns momentos, mas ela também possui um lado mais sensível que acaba por se revelar em seu arco.

Sasa é o oposto de Umi. Fria, sempre com um visual cool e de atitude quase áspera ela é um contraponto importante para o trio do clube. Apesar da frieza exterior, Sasa é uma das personagens mais sensíveis apresentadas e essa sua característica trás momentos muito importantes para o arco que envolve o trio.

Nena é uma personagem de características bem peculiares. Sempre sonolentae indisposta, se deixa arrastar por Umi para todo o lado, apesar de sempre dizer que preferiria estar dormindo. Aliás ela não perde qualquer chance de escapar da agitação da amiga para tirar uma soneca. Ela também é amiga de Ano, com quem compartilha o gosto por jogos. É uma das personagens que mais flui entre núcleos.

Miki é do conselho estudantil e uma pessoa extremamente responsável. Sua maneira de ser acaba causando-lhe problemas, pois muitas pessoas acabam se aproveitando da sua maneira para lhe atribuir tarefas em demasia. Mesmo assim nada esmorece seus ânimos e ela sempre consegue lidar com toda a carga de tarefas que lhe são dadas.

Seina é uma das personagens mais interessantes de observar o desenvolvimento em cena. À princípio aparenta ser uma kouhai assustada e frágil, mas logo seu gênio ativo e imperativo acaba transparecendo e ela se torna uma garota determinada à lutar pelo seu amor. Seu temperamento acaba até por explodir em uma das cenas mais surpreendentes do jogo, o que termina por lhe render uma suspensão.

Matsuri e Miyu são veteranas do clube de corrida da escola e são um casal já estabelecido desde antes do começo da história. Matsuri é mais brincalhona e despojada, enquanto Miyu é séria e busca sempre manter-se na linha com seus objetivos. As diferenças de personalidade delas termina por gerar conflitos entre elas que extrapola a linha de história delas e vai se misturar aos caminhos de Yuuna, sendo de grande ajuda para alguns pontos do desenrolar dessa linha dramática.

Youka é a roqueira maluca da história. Totalmente irresponsável e incapaz de chegar na hora nas aulas, é o contraponto total de Aki, que é justamente a personagem com que irá desenvolver sua história. Enquanto Youka tem sonhos descabidos, participa de uma banda e diz que tudo deve ser feito de maneira ROCK, Aki é centrada, aplicada e membro do grupo que cuida da disciplina na escola. Mesmo que a relação de opostos possa soar parecida com o que acontece com Matsuri e Miyu, aqui temos duas personagens que se conhecem no decorrer do jogo e vão construindo uma relação baseando-se em uma afinidade inesperada, enquanto a questão das veteranas está toda centrada na manutenção de um relacionamento já estabelecido e sobre suas visões sobre o que é valorizar este.

Avaliação



Falando dos quesitos técnicos Kindred Spirits tem uma arte muito caprichada e de personalidade. Suas personagens tem visuais bem caracterizados e se expressam de maneira clara tanto visualmente como através da dublagem e falas à elas dadas. A duração média do jogo é 20 horas de história principal e mais 10 horas de cenas extras, uma extensão razoável. O sistema de menus do através de calendário é bastante prática para quando há necessidade de regredir até cenas já lidas (seja pelo simples replay ou para fazer novas escolhas e liberar mais conteúdo). A trilha sonora é agradável e coopera para a ambientação da trama, apesar de simplória. O tema principal do jogo é bom e a opção dentro do game de escutar a música com letra é um detalhe bastante acertado pela parte da produção.

O capricho com o qual o roteiro da novel foi trabalhado é o ponto alto da produção. Cada personagem, em sua linha de história, é distinto e faz com que a dinâmica do relacionamento no qual está (não fazendo excessão às personagens que, apesar de não se envolverem em um relacionamento de fato, também deixam suas notas para que o fandom da série crie ships alternativos) seja único. Isso quer dizer, em linhas gerais, que há casal pra todo o gosto em Kindred Spirits. Talvez alguns agradem mais um jogador e outros mais outro, mas no geral

Apesar da ressalva positiva deste ponto é preciso ao menos citar que foi esse mesmo aspecto o responsável pelas notas de polêmica geradas nos jogadores ocidentais durante e após o gameplay da VN. Isso tudo graças ao par Tsukuyo (uma professora) e Kiri (aluna do segundo ano). O tabu em relação ao envolvimento de uma adolescente com uma adulta (ainda que Tsukuyo tenha um aparência de ainda mais jovem do que as alunas) gerou algumas discussões e negativações em relação à essa linha da história. Uma questão moral que fica à cargo de cada jogador decidir como aceita (ou não à questão).

(Em particular creio que se for para problematizar isso seria preciso problematizar muitas outras questões que não afetariam somente Kindred Spirits como toda a ficção (yuri ou não) envolvendo personagens adolescentes. Enfim, cada um se questione e tire suas conclusões)

Se dá para dizer que existe um problema em Kindred Spirits, após suas trinta horas de história, é a vontade que deixa no jogador de que houvesse uma sequência, ou algum conteúdo extra que levasse adiante as histórias de cada casal. Quando se coloca em fatores objetivos é possível notar que alguns pares, apesar de terem um tempo razoável de gameplay, possuem potencial para um desenvolvimento de enredo ainda maior, o que acaba não acontecendo.

É, Kindred Spirits deixa um gosto de mais. Ou, em alguns casos, deixa o jogador batendo os punhos na mesa e esbravejando "Por que não tem mais Miki x Seina nesse treco? E onde foram parar a Sasa e Umi depois da ~cena~ delas?!". Ao menos existem os CD dramas e mangás derivados para suprir um pouco dessa sensação

Claro que fica aqui a recomendação de Kindred Spirits of Roof para todos os fãs de yuri. Se você já está familiarizado com as VNs yuri Kindred Spirits pode vir para ficar entre as mais queridas já jogadas. E para quem nunca teve contato (ou coragem) com esse tipo de material, o game é uma ótima porta de entrada para o que essa mídia (tratando especificamente de yuri) pode oferecer.

Notas (por LKMazaki)

Arte e trilha sonora: 9/10
Gameplay: 9/10
História (Personagens e enredo): 9.5/10
Fator Yuri (Romance e cenas +18): 10/10

Links


Kindred Spirits na Steam : http://store.steampowered.com/app/402620/
Página na VNDB (Visual Novel Database) : https://vndb.org/v8508 




terça-feira, 13 de setembro de 2016
Posted by Lilian Kate Mazaki

[Notícia] Nova versão do game Katahane será lançada no Ocidente

Mais uma notícia quentinha do Anime Expo 2016. Dessa vez a notícia veio do painel da JAST USA (responsável para trazer para o ocidente jogos como Steins;Gate).

Há algum tempo foi revelado que os produtores do conhecidíssimo jogo Katahane terá um remake após 10 anos do lançamento do game original. As principais razões que foram reveladas para o ocorrido é de que o jogo ainda é muito bem conceituado e cheio de fãs, além de ter uma série de materiais e idéias inutilizadas na versão anterior, o que deverá dar novas horas de jogatina e história, mesmo para os que já viram todo a trama da série. E essa incrível história vai poder ser jogada no Ocidente!
Katahane é um jogo Visual Novel, ou seja, um jogo onde a maior parte de seu conteúdo é descritivo e conversado e normalmente este tipo de jogo tem uma série de escolhas que lhe levam para ficar com um final ou outro. Ou seja, se você gosta de jogos como Life is Strange ou as séries de jogos da TellTale (Walking Dead season 1 e 2, por exemplo), provavelmente vai se interessar por esse tipo de jogo. Outra característica (não inclusa em todos, mas que é colocado em vários jogos de VN) são ter cenas adultas de sexo, o que contém em Katahane. Então, se você é menor de idade, sinto muito, mas vai ter que esperar um tempinho para jogar.

A história do jogo se passa em um mundo alternativo, divido em 3 reinos e onde existem bonecas (robôs) altamente tecnológicas. Wakaba é uma jovem dramaturga que faz uma peça contando a história de uma mulher que mata a rainha de um desses reinos. Porém, em vez de retratar a assassina como uma traidora, a mostra como uma subordinada leal. Em uma viagem para conseguir atores para sua peça, Wakaba encontra várias pessoas interessantes, entre eles a boneca Belle e uma aspirante à atriz chamada Angelina. E em meio a esta busca, vemos Wakaba e outros personagens aprofundando sentimentos e relações.

Apesar de não ser um jogo totalmente voltado para o público fã de yuri, Katahane é um clássico do gênero e contém tanto cenas e romances heterossexuais quanto lésbicos. Um fato interessante do jogo é que ele se passa em duas épocas, a em que a escritora Wakaba está e a era onde se passa a história que escreveu, mostrando um romance entre à assassina e a rainha e o por que do ocorrido. Curioso, não?
Ainda não há data de lançamento, mas a confirmação de uma versão ocidental já nos dá esperança do jogo ser lançado na Steam. Depois de Kindred Spirits, não seria nenhuma surpresa.

Quem sabe um dia não trazemos uma postagem exclusiva do jogo para o KaS?

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terça-feira, 5 de julho de 2016
Posted by Se-chan

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