Archive for 01/01/17 - 01/02/17

[Notícia] As dubladoras das protagonistas de Netsuzou Trap foram escolhidas

É isso mesmo!
Como anteriormente noticiado, os namorados das protagonistas do "polêmico" Netsuzou Trap haviam sido escolhidos, mas havia ainda um mistério quanto quem faria os papeis mais importantes da trama.

Porém, foi revelado que Ai Kakuma (Mayumi Kurase em Shokugeki no Soma e Ruuko Kominato de Selector Destructed Wixossirá dublar Yuma Okasaki, a "inocente" protagonista, enquanto Hiromi Igarashi (Edytha Rossmann em Brave Witches e Shizuku "tenho uma namorada rica" Minami de Sakura Trickficará responsável por dar vida a sedutora Hotaru Mizushina, amiga de infância de Yuma.

Netsuzou Trap conta a história de Yuma e Hotaru, amigas de infância, que tem namorados, mas que secretamente começam a ter um caso. O problema é que Yuma não entende o que sente. Por que ela sente tantas coisas com Yuma que não sente com seu namorado? Sim, este é o pesado tema de NTZ.

Lembrando que o anime está aguardado para sair ainda em 2017 e, diferente de Citrus, ainda não há nenhum material de áudio disponível para sabermos como serão as vozes das personagens.

Agora, resta esperar.
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Comentários sobre Kobayashi-san Chi no Maid Dragon - Episódio 01

Quem estava esperando por um anime de Citrus, Netsuzou Trap, AnoKiss ou Yagatte kimi ni naru, yuris "sérios" e com reputação no fandom, talvez tenha ficado surpreso por quem ter tomado a dianteira na adaptação animada tenha sido o que é o mais "simples" e sem grandes almejos. Estou falando de Kobayashi-san Chi no Maid Dragon (Miss Kobayashi's Dragon Maid), uma comédia com pequeno teor lésbico, mas que andava fazendo sucesso com quem lia os mangás do estilo mais recentemente.
Não é a toa que a Seven Seas já passou na frente de todo mundo e lançou o mangá na América do Norte. E a Kyoto Animation (sim, aquela de K-ON, Hibike! Euphonium e companhia) pegou os direitos sobre a série animada e está lançando nesta temporada talvez uma das comédias yuris mais diferente que veremos nas telinhas.

Comentários sobre o Episódio:

Tudo começa com Kobayashi-san acordando e se preparando para ir trabalhar, reclamando da lombar e pensando no que iria fazer hoje. Porém, quando a mulher reclamona estava saindo de casa, deu de cara com um gigante dragão em sua porta. Porém, em um instante, a criatura amedrontadora virou uma garota fofa, de cabelos claros e que tem olhos muito fofos (eu amei~~).

Depois de entrarem para conversarem, Tooru diz que elas se conheceram na montanha, e que Kobayashi-san a salvou e convidou para morar com ela. Só que a de cabelos rosados estava bêbada, e com certeza não tinha a intensão verdadeira de ter mais um morador em seu apartamento. Por isto, Tooru se oferece para virar empregada de Kobayashi-san. Só que a dragão não faz nem ideia do que uma verdadeira maid faz. Ela acha que o que elas fazem é a mesma coisa que os maid cafés.
Depois de um pouco de conversa e de quase Tooru ir embora, Kobayashi-san percebe que está extremamente atrasada, e pega uma carona com a forma dragão da outra (e estraga mais um pouco a lombar..). Quando volta para casa a noite, a protagonista tentar ensinar Tooru o que uma maid faz de verdade (por ser uma doida viciada em maids...). Depois de se declarar (sexualmente) para Kobayashi-san e se oferecer para ser carona novamente no dia seguinte, Tooru é designada a cuidar da casa para que não ocorra nada de ruim na moradia.

Quando Kobayashi-san sai do turno de trabalho querendo ir a um bar com o colega de trabalho Makoto, vê que a dragão está a sua espera, e tem que arrumar uma desculpa para a existência da garota e a leva junto para o happy hour
Depois de uma tentativa falha de mostrar o quão é intima com Kobayashi-san, ficar perdida com o assunto deles e de ser xingada por que não é nada além de um esteriótipo de maid comum, Tooru tem ainda que carregar sua mestra para casa. Pelo menos ela se "vinga" de Makoto mostrando sua verdadeira identidade, deixando-o um tanto perdido, porém reconhecendo o quanto a dragão gosta de Kobayashi-san.
O episódio continua até o final com mais piadas sobre os métodos estranhos de limpeza de Tooru, mais um pouco de insinuação sexual da dragão para com a humana, uma revisão de métodos de limpeza, um presente fofo de Kobayashi-san para Tooru, e a dragão tentar usar internet para aprender algo.

Comentários Finais:

Eu já queria ler Kobayashi-san Chi no Maid Dragon há algum tempo, mas como sempre dei prioridade para mangás com mais romance, ele e Sakura Trick sempre ficaram para trás. Com uma animação bem fluida, simples, mas constante, Kyoto Animation acertou não só no clima, mas no estilo de arte final. A pintura que se assemelha a aquarela (estilo que foi utilizado também em Aoi Hana), funciona bem e dá um ar leve para a série.

As dubladoras trabalharam muito bem, e as expressões de Kobayashi-san são impagáveis! Mesmo assim, o que me surpreende é que, logo em uma série de comédia, a KyoAni resolveu colocar duas mulheres onde uma está decidida a falar de seu amor para a outra. Mesmo que pareça piada, e seja em tom leve, Tooru fala em termos sexuais demais para não se levar a sério o que fala.
Há muitos acontecimentos durante o episódio, mas ele não foi massante e muito menos sem graça. Eu adorei o clima, as personagens e o humor adulto da série. Não, Kobayashi-san não é para ser visto por pré-adolescentes ou algo do tipo. Eles não pegariam todas as piadas e sinceros problemas adultos que há na série. Sair para beber com os colegas para reclamar do trabalho, da saúde e falar de gastos econômicos, isso é algo que não se vê em qualquer anime (e o melhor, sendo engraçado!).

Não, Kobayashi-san não lhe tirará nenhuma gigante gargalhada, mas lhe fará rir em várias ocasiões. Por isto, irei ver ele inteiro, com certeza. Que venham mais animes com yuri, vida adulta, e personagens que não tenham medo de expressar seus sentimentos/desejos!

E o melhor, está disponível oficialmente no Crunchyroll Brasil!


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Comentários sobre Little Witch Academia TV - Episódio 1

Olá a todos!

Lançado primeiro como um OVA, Little Witch Academia não apenas ganhou uma continuação como também uma série de TV que fez sua estreia no começo desta semana, dia 9 de janeiro de 2017. Sendo uma produção do Estúdio Trigger, um dos atuais queridinhos do público fã de animação japonesa, a expectativa era grande para a forma como seria feita a adaptação do enredo contado originalmente em 26 minutos para uma série de televisão. Apresentação de personagens, o uso dos elementos do original e a possibilidade da maior exploração de alguns mistérios que apenas eram citados no OVA.

Bom, chegou a hora de começar a descobrir todas as respostas para essas perguntas ansiosas!

OBS: Se você não assistiu ainda o episódio e não quer spoilers (vai assistir!) pule direto para a sessão final do post, entitulada "Considerações Finais".
 


Comentários sobre Little Witch Academia TV - Episódio 1


A série começa exatamente do mesmo modo que o OVA original, mostrando a pequena Akko (Atsuko Kagari), nossa protagonista, assistindo à um espetáculo de uma famosa bruxa conhecida como Shiny Chariot. Uma verdadeira aventura mágica fabulosa se desenrola diante dos olhos do público e aquilo fica marcado no coração da pequena Akko.



Então somos levados para o presente da história, onde Akko, agora uma adolescente, está buscando o caminho para chegar até a escola das bruxas, Lua Nova. Seu objetivo é se tornar uma grande bruxa como a sua admirada Chariot, porém logo as coisas começam a se mostrar mais difíceis do que ela imaginaria em seus sonhos infantis.




Ainda assim, com um tanto de esforço Akko consegue chegar até o "ponto" para ir para a Academia Lua Nova. Mas qual não é sua surpresa quando descobre que aquele é um ponto para acessar uma espécie de "via expressa mágica" e que as estudantes precisam ir de vassoura mágica até a escola.

Akko se vê desesperada, sem ter uma vassoura e sem qualquer conhecimento sobre como usar uma. Para sua sorte surge neste momento uma estudante atrasada, Lotte (Lotte Yanson), que se digna à dar uma carona para a novata no mundo da magia.

Tudo estaria resolvido para Akko e ela conseguiria fazer sua matrícula se não fosse um detalhe. Aparentemente a magia não se dá nada bem com sal e, graças à um pote de picles em conversa, rica em sal, ela e Lotte são tiradas da rota, levando de carona a calada garota que outrora esnobara Akko.





As três vão para na floresta Arcturus, um lugar proibido para as bruxas. Dizem que é impossível para qualquer bruxa sair com vida após entrar neste lugar. Não tardam a aparecer os perigos desse lugar e, com o desfavor da misteriosa estudante calada, Akko e Lotte se veem em fuga de uma galinha demoníaca gigantesca, com a capacidade de transformar tudo ao redor em pedra.




Após escapar da morte algumas vezes, Akko vê diante de si o cetro que outrora vira ser utilizado por Chariot. Akko então renova sua determinação e faz todo o possível para se livrar da criatura que as persegue.

As três jovens quase conseguem escapar na vassoura de Sucy (Sucy Manbavaran), que enfim cede um pouco na sua postura evasiva ao reparar em todo o esforço de Akko para salvar à todas. Porém, o monstro consegue colocar fogo na única vassoura que usavam para fugir e então elas se veem caindo em direção à floresta, condenadas à um fim trágico.

Então uma bruxa que observava a toda a ação intervem, falando com Akko para que use as palavras mágicas de Chariot. Ao fazer isso, Akko consegue acionar o dispositivo e, em uma virada espetacular, ela utiliza o golpe mais famoso de sua ídolo, reabrindo a passagem para a via expressa mágica, longe do monstro e da floresta e à caminho de Lua Nova.




A chegada das três é um tanto quanto perturbada, aparecendo no meio do salão da Escola quando a cerimônia de início de ano já havia começado, mas, apesar de já chegar ganhando castigos, Akko consegue realizar seu sonho de se inscrever na instituição. O episódio termina quando Akko tem a grata surpresa de que Sucy e Lotte serão suas companheiras de quarto por aqueles três anos de estudo mágico.

É com um sorriso esperançoso de Akko que se encerra o primeiro episódio de Little Witch Academia, seguido da sequência de abertura da série.



Considerações finais


A direção de arte de LWA sempre foi uma das coisas que mais me chamou a atenção, antes mesmo de assistir aos OVAS. Até então a série de TV não está fazendo feio em relação ao material anterior. O traço característico do estúdio que produz a série está aí, mas ganha toques mais suaves, somados à uma paleta de cores vivas e resultam numa ótima sensação ao expectador.

Apesar de toda a qualidade técnica de LWA é preciso lembrar que sua maior qualidade está em outro ponto: os personagens. É um tanto clichê dizer que nenhuma boa história se sustenta com personagens ruins, mas para LWA e para vários outros trabalhos do Estúdio Trigger essa máxima é levada com muita seriedade.

Akko é a típica protagonista cheia de sonhos e pouca inteligência no primeiro momento. É muito fácil esse tipo de personagem cair rápido em clichês já desgastados, porém neste começo de trama seu desenvolvimento soube escapar disso com o carisma. Akko é totalmente desinformada do mundo das bruxas e faz muita confusão com pouca coisa, mas a sinceridade com a qual ela se expressa é o que quebra alguma resistência inicial que o expectador possa ter. Além disso ela é mais determinada e esperta nos momentos de perigo do que se esperaria. Ela pode ser ingênua, mas isso não a impede de perseguir seu sonho infantil com todas as forças possíveis.

Fora ela também temos nesse primeiro episódio a participação secundária de Sucy e Lotte, duas personagens que também possuem muita importância nos OVAs. Ainda que seu espaço tenho sido bem limitado, foi possível perceber suas principais características com muita facilidade e isso é um ponto que só vem a acrescentar ao que está sendo construído em termos narrativos.

Apesar do Deus Ex Machina na parte em que o cetro de Chariot aparece, isso não comprometeu em nada o andamento da história. O Trigger tem essa assinatura de jogar elementos e até mesmo forçar algumas coisas para auxiliar o andamento do enredo. Muitas vezes esses detalhes são explicados posteriormente de maneira convincente, outras vezes não e também isso não se torna um problema. É como se o roteiro estivesse dizendo constantemente ao expectador "não pense demais, apenas se divirta. Veja como nossos personagens são carismáticos!" e é exatamente isto.



Enfim, esse primeiro episódio de Little Witch Academia TV foi muito satisfatório e só deixou abertas expectativas para que o melhor seja apresentado no decorrer da série. Vale lembrar que a expectativa é para uma temporada de 12 episódios e que o Trigger também é bem conhecido por fazer seus enredos tomarem uma dimensão imensa de uma hora para a outra, então a expectativa e receio vão andar lado-a-lado ao longo dessa transmissão.

E vocês, leitores do Kono-ai-Setsu, também estavam nas expectativa para essa série? E o que acharam de trazermos esses comentários aqui no blog? Deixem suas impressões nos comentários ou então em qualquer um dos nossos contatos nas redes sociais. Se tudo der certo, semana que vem voltamos com mais uma dose de magia com o segundo episódio de Little Witch Academia.

Até breve!


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
Posted by Lilian Kate Mazaki

[Indicação] Steps, um passo adentro dos mangás de Takemiya Jin

Você sabe aquele autor de mangá que você ama, mas que não é conhecido por tanta gente, ou que não é reverenciado por ter uma "obra prima"? Pois então, para mim, esse autor é Takemiya Jin, uma autora de mangás lésbicos cheios de representatividade e veracidade.

Por que disse que são mangás lésbicos, e não yuri? Porque a própria autora é declaradamente lésbica (leia a entrevista dela no blog Okazu), e mostra um lado muito menos idealizado e muito mais real (apesar de muitas vezes ainda fofo e sem problemas pesados).

Mas por ser uma artista que foca muito mais em one-shots (capítulos ou volumes únicos), ela é uma autora que muitas vezes não fica entre as primeiras quando você cita autores de yuri. Porém, sinto que ela é de uma geração de  evolução dos antigos shoujo ais mais puros, mas antes da "legião dos beijos", liderados por Citrus e Netsuzou Trap, e que foi uma forte influência para as autoras destas séries de maior expressão da atualidade.

Mas por que aqui vou falar de somente uma obra da autora, em vez de explorar mais do potencial dela? Sinceramente, é devida a quantidade bem grande de obras curtas, e que acho que (para mim), junto com as séries Fragments of Love e Irrational Us, é a representação mais abrangente do potencial da artista.
Resumindo, Steps é uma série de dois volumes que conta alguns romances dentro de um colégio feminino, muitos desses contendo uma diferença de idade entre as mulheres (ou seja, relação aluna-professora). Pode parecer errado inicialmente? Sim, mas o modo como Takemiya mostra essas histórias é tão real e sincero que eu não consigo simplesmente achar errado. Como são garotas por volta dos 15 anos, ou um pouco mais, acho até natural que elas sintam algo por alguém mais velho. Mas o modo que é retratado não é como se as pessoas não soubessem que estão realizando algo errado, muito pelo contrário, é bem explorado e muitas vezes tenso.

A história principal de Steps é sobre Ah-chan e sua aluna Ryouko, que é sua amiga há muitos anos (desde que Ryouko era criança). Ah-chan tem uma sincera e complexa culpa de sentir algo por Ryouko, mesmo ela sendo sua amiga há muito tempo, e só com muita insistência Ryouko consegue mostrar que ela não deveria se culpar tanto, já que muito antes delas terem a relação aluna-professora, elas tinham um outro vínculo emocional. Tanto que, no final da série, depois de anos, Ah-chan largou seu trabalho como professora e é casada com Ryouko. Por isto, digo que as histórias vão muito além do fanservice comum. 

Acho que o principal nessa série, é como as personagens se comportam quanto a sentimentos "proibidos", mas não de um modo padrão "ai, sinto desejo pela minha professora/aluna". Ninguém ali quer ser tratado como inferior, como criança, ou inocente. Todas sabem de suas posições e tem seus sentimentos mostrados de modo maravilhoso por Takemiya.

Essa é uma capacidade que Takemiya mostra em todas suas obras, que deveriam ser traduzidas e vendidas no ocidente, mas que por uma falta de "promoção", seu nome não tem tanta força quanto deveria. É uma pena que uma autora tão talentosa e importante dentro de seu nicho não tenha mais destaque.

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